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60 ideias de posts para psicólogos

60 ideias de posts para psicólogos no Instagram dentro do Código de Ética: psicoeducação, mitos, bastidores, datas, formatos e o que evitar.

Planejamento de publicações educativas em um calendário editorial preenchido.
Sumário10 seções

Postar com constância é mais fácil com um banco de ideias. Estas sugestões funcionam para carrossel, vídeo curto ou texto, e seguem o art. 19 do Código de Ética: informação que dissemine o conhecimento sobre a psicologia, com responsabilidade. Regras em publicidade nas redes.

Psicoeducação (1–15)

  1. O ciclo da ansiedade em 5 imagens.
  2. Diferença entre tristeza e depressão.
  3. O que é um pensamento automático.
  4. Por que evitar aumenta o medo.
  5. Sinais de burnout.
  6. Como funciona a respiração diafragmática.
  7. Sono e saúde mental.
  8. O que é regulação emocional.
  9. Luto não tem prazo.
  10. Autocrítica x autocompaixão.
  11. O que são limites saudáveis.
  12. Procrastinação não é preguiça.
  13. Como a ansiedade aparece no corpo.
  14. Emoções não são boas ou ruins.
  15. O que é psicoeducação — veja psicoeducação.

Mitos e verdades (16–25)

  1. "Terapia é só para quem está mal."
  2. "Psicólogo dá conselho."
  3. "Falar do problema piora."
  4. "Criança não precisa de terapia."
  5. "Terapia online não funciona."
  6. "Psicólogo pode receitar remédio?"
  7. "É fraqueza pedir ajuda."
  8. "Um teste online diagnostica TDAH."
  9. "Terapia dura para sempre."
  10. "O psicólogo conta tudo para os pais?"

Como funciona a terapia (26–35)

  1. O que acontece na primeira sessão.
  2. Como escolher uma psicóloga.
  3. O que é sigilo e seus limites.
  4. Por que existe contrato terapêutico.
  5. Frequência das sessões.
  6. Como é a terapia infantil.
  7. Terapia de casal: quando procurar.
  8. O que é alta terapêutica.
  9. Como se preparar para a sessão online.
  10. Diferença entre psicólogo, psiquiatra e psicanalista.

Apresentação profissional (36–43)

  1. Quem sou eu (nome completo, CRP, formação).
  2. Minha abordagem em linguagem simples.
  3. Quem eu atendo.
  4. Como é meu consultório (foto do espaço, sem pacientes).
  5. Por que escolhi essa área.
  6. Livros que recomendo para o público.
  7. Como me preparo para atender (supervisão, estudo).
  8. Como agendar.

Perguntas frequentes (44–50)

  1. "Quanto tempo dura a terapia?"
  2. "Posso faltar?"
  3. "Como sei se preciso de terapia?"
  4. "Terapia online é igual à presencial?"
  5. "O plano de saúde reembolsa?"
  6. "Posso levar meu filho?"
  7. "E se eu não gostar da psicóloga?"

Datas (51–55)

  1. Janeiro Branco (saúde mental).
  2. Dia do Psicólogo (27 de agosto).
  3. Setembro Amarelo, com cuidado: sem detalhar métodos, sem romantizar e sempre com canais de ajuda, como o CVV (188) e o SAMU (192), como orientam as recomendações de comunicação responsável sobre suicídio. Veja Setembro Amarelo para clínicos.
  4. Dia Mundial da Saúde Mental (10 de outubro).
  5. Dia Mundial de Conscientização do Autismo (2 de abril).

Formatos (56–60)

  1. Checklist salvável.
  2. Glossário de termos.
  3. "Frases que ajudam x frases que atrapalham" ao apoiar alguém.
  4. Série semanal sobre um tema.
  5. Respostas a perguntas da caixinha (sem casos reais).

Um mês de conteúdo (exemplo)

SemanaPost 1Post 2
1Psicoeducação: o ciclo da ansiedadeApresentação: quem sou e quem atendo
2Mito: “terapia é só para quem está mal”Como funciona a primeira sessão
3Psicoeducação: sono e saúde mentalPergunta frequente: quanto tempo dura a terapia?
4Formato: checklist salvável de autocuidadoComo agendar

O que evitar

  • "Resultados garantidos", "cure sua ansiedade".
  • Preço como chamariz.
  • Casos, prints ou depoimentos de pacientes.
  • Diagnosticar pessoas públicas ou seguidores.
  • Testes de “descubra se você tem” que funcionem como diagnóstico.
  • Antes e depois, sensacionalismo e autopromoção em detrimento de colegas (art. 20, “f” e “h”).

Estratégia completa em como conseguir pacientes.

Onde o DocsPSI ajuda

Conteúdo constante pede tempo, e o registro clínico costuma ser o que mais consome as horas fora da sessão. No DocsPSI, cada sessão gravada com consentimento vira um prontuário completo em 7 seções clínicas logo após o atendimento; você revisa e assina, e o tempo que sobra pode ir para estudo e divulgação.

Perguntas frequentes

O que um psicólogo pode postar no Instagram?

Conteúdo educativo, explicações sobre a terapia e apresentação profissional com nome completo e CRP, sem promessas, preço como propaganda ou exposição de pacientes.

Posso fazer vídeos respondendo dúvidas de seguidores?

Pode, desde que não faça diagnóstico à distância nem exponha a pessoa.

Com que frequência postar?

A constância importa mais que a frequência. Escolha um ritmo que caiba na sua semana e mantenha.

Como falar de suicídio nas redes?

Sem detalhar métodos, sem romantizar e sempre com canais de ajuda, como o CVV (188). Prefira falar de sinais de alerta e de onde buscar apoio.

Referências: Conselho Federal de Psicologia. Código de Ética Profissional do Psicólogo (Resolução CFP nº 010/2005), arts. 2º, 19 e 20 · Organização Mundial da Saúde. Prevenção do suicídio: um recurso para profissionais da mídia.

Equipe Editorial DocsPSI

Guias escritos a partir das resoluções do Conselho Federal de Psicologia, do Manual Orientativo de Registro e Elaboração de Documentos Psicológicos (CFP, 2025) e da rotina de milhares de consultórios que usam o DocsPSI.

Revisão técnica: Ana Vanessa de Medeiros Neves — Psicóloga Clínica e da Saúde, CRP 03/3592.

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