Sumário4 seções
Não é um "DSM-6", mas as mudanças afetam documentos e prontuários — especialmente em luto e risco. Contexto em CID-11 para psicólogos.
Principais mudanças
| Mudança | Impacto |
|---|---|
| Transtorno de luto prolongado | Diagnóstico para luto intenso e incapacitante (12 meses em adultos; 6 em crianças e adolescentes) |
| Códigos de comportamento suicida e autolesão não suicida | Permitem registrar esses comportamentos independentemente do diagnóstico |
| Esclarecimento no TEA | "Todos os seguintes" no critério A |
| Transtorno do humor não especificado | Nova categoria residual |
| Terminologia | Ex.: "transtorno do desenvolvimento intelectual"; linguagem atualizada em disforia de gênero |
| Cultura e racismo | Texto revisado em todo o manual |
| Códigos | Atualizados para corresponder à CID-10-CM |
O que muda na prática
- Luto: diferencie luto esperado de prolongado — veja psicoeducação sobre luto.
- Risco: registre comportamento suicida e autolesão com clareza — veja plano de segurança.
- TEA: confira os três déficits do critério A — veja TEA na avaliação psicológica.
- Documentos: cite a edição que você usou nas referências, em nota de rodapé. A edição brasileira do DSM-5-TR é de 2023 (Artmed); a original, de 2022. Veja referências em documentos.
- CID-11: o luto prolongado também está na CID-11 (6B42), com referência de pelo menos 6 meses, considerando o contexto cultural. Veja CID-11 para psicólogos.
Critérios revisados na série
DSM-5-TR e registro clínico no DocsPSI
Citar a edição certa é o começo; o que sustenta uma hipótese diagnóstica é o registro que a fundamenta: os critérios verificados, a duração, o prejuízo, as explicações alternativas examinadas. É esse registro que costuma faltar quando a hipótese aparece de uma sessão para outra.
No DocsPSI, cada sessão, gravada com consentimento ou importada depois em áudio, vira em menos de 5 minutos um prontuário inteligente em 7 seções, com o observado separado do relatado e as hipóteses marcadas como provisórias. A Linha do Tempo Terapêutica mostra a evolução dos sintomas ao longo das sessões, útil para verificar duração e persistência, e a supervisão por IA, disponível 24 horas, ajuda a confrontar os critérios com os dados, como apoio à reflexão. Os documentos, redigidos pela IA a partir do dossiê clínico, citam a classificação que você indicar e saem com QR Code de autenticidade. A conclusão é sua.
Para começar, há o primeiro mês promocional do Plano Starter, com acesso a todas as funcionalidades e sem fidelidade.
Perguntas frequentes
Qual a diferença entre DSM-5 e DSM-5-TR?
O DSM-5-TR é uma revisão de texto de 2022, com novos diagnósticos, como o transtorno de luto prolongado, códigos para comportamento suicida e autolesão e ajustes de critérios.
Devo citar o DSM-5 ou o DSM-5-TR?
Cite a edição que você usou; hoje, a versão vigente é o DSM-5-TR (2022).
O DSM-5-TR substitui a CID?
Não. A CID é a classificação oficial da OMS; o DSM é o manual da Associação Americana de Psiquiatria.
Os critérios de TDAH mudaram no DSM-5-TR?
Não de forma substantiva. Os critérios de TDAH seguem os do DSM-5, com texto revisado. As mudanças mais relevantes para a clínica estão no luto prolongado, nos códigos de comportamento suicida e autolesão e no esclarecimento do critério A do TEA.
Referências: American Psychiatric Association. Diagnostic and statistical manual of mental disorders, fifth edition, text revision (DSM-5-TR). Washington: APA, 2022 · American Psychiatric Association. Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais: DSM-5-TR. Porto Alegre: Artmed, 2023 · Organização Mundial da Saúde. CID-11.
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